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	<title>Tríade &#187; fábio zamprogno</title>
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		<title>Técnicas de reconstrução mamária acompanham a evolução do tratamento de câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 19:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tríade</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fábio zamprogno]]></category>

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		<description><![CDATA[Trinta anos atrás quase que a totalidade das mulheres que se descobriam com câncer de mama tinha a indicação da mastectomia completa, ou seja, a retirada de todo o seio. Atualmente, com a evolução no diagnóstico e no tratamento do câncer, as cirurgias são mais conservadoras, o que significa que somente parte do órgão acometido]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta anos atrás quase que a totalidade das mulheres que se descobriam com câncer de mama tinha a indicação da mastectomia completa, ou seja, a retirada de todo o seio. Atualmente, com a evolução no diagnóstico e no tratamento do câncer, as cirurgias são mais conservadoras, o que significa que somente parte do órgão acometido é retirada. Com isso, as técnicas de reconstrução mamária também evoluíram para se adaptar a essa nova realidade, tendo sido crescente o uso de próteses de silicone com essa finalidade.</p>
<p>O pioneiro em reconstrução mamária no Estado, o cirurgião plástico Fábio Zamprogno, explica que, quando a reconstrução era total, se fazia necessário retirar músculos e gordura do abdômen para refazer o volume da mama. Isso tornava a recuperação após a cirurgia mais demorada, em torno de 30 a 60 dias, apesar da vantagem do uso do tecido do próprio paciente, o que reduz o risco de rejeição. Atualmente, com reconstruções parciais, tem sido mais utilizado o método que refaz o volume do seio com uma prótese de silicone e a cobertura, com pele retirada das costas, na altura do fechamento do sutiã para a cicatriz poder ser disfarçada.</p>
<p>De acordo com Fábio Zamprogno, a reconstrução pode ser imediata ou tardia, sendo a decisão em geral do oncologista e da paciente, após analisarem as perspectivas de continuidade do tratamento. “De forma geral, a reconstrução tardia é mais indicada, pois somente após a retirada da mama doente e do seu laudo laboratorial é que o oncologista irá definir a necessidade de quimioterapia e radioterapia, que devem começar de 20 a 30 dias após a mastectomia, período que a paciente ainda estaria se recuperando da reconstrução”, orienta.</p>
<p>Caso faça somente a retirada da mama, a recuperação acontece em torno de sete dias e o organismo, ainda a ser tratado com medicamentos, estaria mais recuperado, oferecendo melhores chances de sucesso ao tratamento do câncer. Por outro lado, ressalta o cirurgião, é preciso levar em consideração o benefício de manter a autoestima da mulher quando a reconstrução é imediata.</p>
<p>Em ambas opções, a reconstrução é feita sempre em duas etapas. A primeira consiste no preenchimento do espaço vazio deixado pela mastectomia, e a segunda, realizada no mínimo após seis meses, abrange a reconstrução do mamilo e da auréola e o acerto das diferenças entre as mamas reconstruída e a normal, o que às vezes exige uma plástica com colocação também de prótese nessa última.</p>
<p>“Esses avanços são muito bons, pois percebemos que é possível devolver a autoestima a uma mulher que enfrentou um câncer de mama e teve um ou os dois seios retirados. Além disso, os procedimentos estão cada vez mais acessíveis, pois tanto o Sistema Único de Saúde quanto os convênios cobrem as reconstruções das duas mamas, inclusive com o uso das próteses de silicone”, finaliza o médico. </p>
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		<title>Inverno: procura por cirurgias plásticas deixa consultórios lotados</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 14:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Klein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[Aumento da demanda por estes procedimentos, sejam eles reparadores ou estéticos, chega a ser 100% maior nessa época. O mês de julho serviu para confirmar uma tendência que vem sendo observada nos últimos anos por cirurgiões plásticos: a de que o período de inverno, aliado às férias, impulsiona intervenções na área de estética. Com mais tempo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center">Aumento da demanda por estes procedimentos, sejam eles reparadores ou estéticos, chega a ser 100% maior nessa época. O mês de julho serviu para confirmar uma tendência que vem sendo observada nos últimos anos por cirurgiões plásticos: a de que o período de inverno, aliado às férias, impulsiona intervenções na área de estética. Com mais tempo para se cuidar, os pacientes preferem os meses do meio do ano para mudar o visual. Os cuidados antecipados com a beleza refletem também a vontade de estar em boa forma no verão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nesta época chegamos a registrar um aumento de até 100% na procura por cirurgias como rinoplastia (nariz), mamoplastia e implante de próteses mamárias, lipoaspiração, além de intervenções na face e orelhas”. A afirmação é do cirurgião plástico Fábio Zamprogno, que vivencia esse panorama. Ele explica que o período é propício para quem tem interesse em fazer algum tipo de cirurgia. “Durante as férias têm-se o tempo necessário para se submeter a uma operação sem preocupações, auxiliando em uma recuperação tranquila”, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico explica ainda que há outro fator determinante para a preferência entre os meses de junho e agosto: o clima. Ele lembra que a maioria dos procedimentos requer que o paciente não se exponha ao sol durante o período de cicatrização. “Operações em áreas expostas, como rosto, orelhas e pálpebras são beneficiadas, pois durante o inverno os raios solares têm a incidência menor. Além disso, durante essa estação o inchaço e a possibilidade de edemas são menores”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><b>Cirurgias mais procuradas durante o inverno:</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><b>Adolescentes- </b>Segundo Zamprogno, as cirurgias mais procuradas pelas adolescentes nesse período são as mamoplastias (redução das mamas), o implante de silicone, a rinoplastia (nariz) e a lipoaspiração.</p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><b>Homens- </b>Já entre os rapazes, procuram pela otoplastia (correção da orelha de abano), rinoplastia e ginecomastia (retirada da glândula mamária masculina), mais comumente realizada em jovens até os 25 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><b>Mulheres- </b>Os procedimentos mais procurados<b> </b>por elas são os de implante de prótese mamária, mamoplastia, lipoaspiração e plásticas faciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><b> </b></p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><b>Saiba mais</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><b><i><span style="text-decoration: underline;">Prótese de mama</span></i></b></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, a busca pelos procedimentos de implante de próteses de silicone superou a lipoaspiração, por muito tempo a mais realizada no Brasil. E as mudanças não param por aí. Os avanços nas técnicas e nos materiais cirúrgicos delinearam o novo perfil das pacientes: cada vez mais novas e com escolha de volumes maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, Fábio Zamprogno faz algumas ponderações. “É preciso avaliar qual a real necessidade da intervenção. A recomendação é de que esse tipo de cirurgia não seja feita antes dos 18 anos, quando há o amadurecimento completo da mama. Com relação ao tamanho, não há nenhuma regra inflexível, sempre se cai no bom senso do cirurgião e na importância de se captar exatamente o que o paciente quer”, completa o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, existem pelo menos 12 tipos de próteses diferentes para um mesmo volume, como as de formato anatômico (gota), de perfil alto e baixo, de polo inferior, entre outras. As mais procuradas são aquelas com volume entre 280 e 300 ml, de perfil alto a superalto e formato cônico, nessa ordem. A preferência da maioria é colocar no plano submuscular (abaixo do músculo), que permite um resultado mais natural e facilita as mamografias. Já a recuperação para essa cirurgia é de dez a 12 dias, com cicatrizes quase imperceptíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><b><i><span style="text-decoration: underline;">Lipoaspiração</span></i></b></p>
<p style="text-align: justify;">Por meio desse procedimento, a gordura aspirada varia de 5 a 7% do peso corporal, com rápida recuperação. “Uma pessoa de 60 quilos pode tirar 4 litros, o que corresponde a dois quilos. A lipo melhora as medidas, mas não interfere muito no peso”, frisa Zamprogno. É a cirurgia plástica mais procurada pelos homens nos consultórios médicos, sendo que eles começam a procurá-la a partir dos 30 anos, fase em que alguns observam um maior acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo. Diferentemente da mulher, a cirurgia plástica de lipoaspiração nos homens se restringe a pequenas regiões do corpo, especialmente no abdômen e nos flancos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b><i><span style="text-decoration: underline;">Redução de mama</span></i></b></p>
<p style="text-align: justify;">É buscada tanto por mulheres que querem resultados estéticos mais harmônicos para o corpo, quanto por aquelas que possuem alguma recomendação médica por conta de danos a postura. Para definição de tamanho, devem ser equilibradas as proporções entre o volume da nova mama e o tórax da paciente para obtenção de harmonia estética. É possível corrigir flacidez e formas irregulares da mama.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cortes da cirurgia podem ser realizados em formato de um “T” invertido. O inchaço da região operada começa a regredir após 30 dias. O retorno da sensibilidade normal dependerá da reação do organismo de cada paciente. Os resultados definitivos podem ser observados após 18 meses.</p>
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		<title>Cirurgia pós-bariátrica: principais dúvidas</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 14:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Klein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[fábio zamprogno]]></category>

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		<description><![CDATA[Os pacientes ex-obesos e que já passaram por cirurgia de redução de estômago contam com uma boa notícia para o resgate de uma vida ainda mais feliz e de bem com o corpo. As técnicas da cirurgia plástica pós-bariátrica para a retirada do excesso de pele e da flacidez estão cada vez mais aprimoradas e]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Os pacientes ex-obesos e que já passaram por cirurgia de redução de estômago contam com uma boa notícia para o resgate de uma vida ainda mais feliz e de bem com o corpo. As técnicas da cirurgia plástica pós-bariátrica para a retirada do excesso de pele e da flacidez estão cada vez mais aprimoradas e modernas. Como explica o cirurgião plástico Fábio Zamprogno, embora ainda recente no país, a cirurgia plástica pós-bariátrica incorporou métodos que possibilitam reduzir e disfarçar as cicatrizes, permitindo um resultado eficaz e com menos complicações pós-operatórias.</p>
<p>Realizada há menos de quatro anos em larga escala no Brasil, a plástica pós-bariátrica vem registrando aumentos crescentes depois da popularização da operação de redução de estômago. Segundo Zamprogno, um dos pioneiros na realização da cirurgia no Estado, o procedimento é procurado principalmente pelos pacientes que já estão com o peso estabilizado e que sofrem com o excesso de pele.</p>
<p>“Após a cirurgia de redução de estômago, o paciente emagrece muito, geralmente entre 40 e 100 quilos. O resultado é a perda da elasticidade da pele e o aparecimento da flacidez, o que dificulta a mobilidade, a higiene pessoal, as relações sexuais e ainda pode ocasionar o aparecimento da dermatite de contato pela transpiração. Para esses pacientes, a única alternativa para o resgate de uma vida normal é a intervenção cirúrgica”, comenta.</p>
<p><b>Principais dúvidas</b></p>
<p><b> </b><b>Quais os principais problemas enfrentados por quem fez uma cirurgia bariátrica?</b></p>
<p>Após a cirurgia de redução de estômago, o paciente emagrece muito, geralmente entre 50 a 100 quilos. O resultado é a perda da elasticidade da pele e o aparecimento da flacidez, o que dificulta a mobilidade, a higiene pessoal, as relações sexuais e ainda pode ocasionar o aparecimento da dermatite de contato pela transpiração.</p>
<p><b></b><b>Por que quem faz cirurgia bariátrica precisa fazer plástica?</b></p>
<p>A cirurgia plástica reparadora nesses pacientes tem um papel fundamental para melhorar a qualidade de vida, retirando todo o excesso de pele resultante da perda de peso corporal. É uma espécie de segunda etapa do tratamento da obesidade, após a cirurgia para perda de peso. Nesses pacientes, as técnicas tradicionais de cirurgia plástica não surtem efeito, pois são necessárias intervenções mais avançadas, o que resulta em cirurgias mais complexas e longas.</p>
<p><b></b><b>Então, a cirurgia pós-bariátrica é considerada de alta complexidade?</b></p>
<p>Sim, a cirurgia plástica pós-bariátrica exige uma equipe médica grande, treinada e qualificada. É necessário que o médico faça, em conjunto com o paciente, um planejamento cirúrgico, com o estabelecimento de intervalos, já que não podem ser realizadas mais do que duas grandes operações ao mesmo tempo.</p>
<p><b>Quanto tempo dura a cirurgia?</b></p>
<p>Cada procedimento dura de 4 a 6 horas, dependendo da área a ser operada, e exige uma concentração e dedicação intensa da equipe médica. Isso porque os cuidados com o paciente ex-obeso são maiores, principalmente devido às características clínicas anteriores e ao seu histórico de doenças ligadas à obesidade, como colesterol alto, diabetes ou hipertensão.</p>
<p><b>A cirurgia deixa cicatrizes?</b></p>
<p>Todo procedimento cirúrgico tem como consequência a cicatriz. E no caso da cirurgia pós-bariátrica, como são realizadas várias intervenções cirúrgicas, inevitavelmente há várias cicatrizes. No entanto, as técnicas estão caminhando para transformá-las em marcas cada vez menos aparentes. Mas geralmente isso é o que menos incomoda o ex-obeso, uma vez que ele estará trocando uma vida de excesso de peso por um corpo mais saudável, embora com algumas cicatrizes.</p>
<p><b>Quais as áreas do corpo mais operadas?</b></p>
<p>O abdome e a cintura são as regiões mais solicitadas para a correção plástica. A correção das mamas é a segunda queixa. Muitas vezes torna-se necessário que a plástica de mama com retirada do excesso de pele seja feita com o uso de prótese de silicone. Após grande perda de peso, as mamas além de flácidas ficam muito pequenas, necessitando de uma prótese para melhorar o volume. Porém,  os excessos de pele nas coxas, nas costa e nos braços também fazem parte das queixas destes pacientes.</p>
<p><b></b><b>Quais os benefícios da cirurgia pós-bariátrica?</b></p>
<p>Após a cirurgia, que é realizada em várias etapas, o resultado surpreende o paciente, que se vê livre dos incômodos do excesso de pele. Os resultados de hoje são muito animadores e do ponto de vista psicológico possibilitam uma verdadeira revolução na vida da pessoa, reforçando a autoestima, restaurando a imagem e a satisfação pessoal, e reintegrando-os plenamente à sociedade.</p>
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