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	<title>Tríade &#187; ISH Tecnologia</title>
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		<title>Área de TI de empresas capixabas não está protegida contra falhas e ataques cibernéticos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 12:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Klein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ISH Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Perda de informações – muitas delas sigilosas -, danos para a imagem corporativa e prejuízos financeiros são alguns dos graves problemas provocados por falhas na área de Tecnologia da Informação (TI) das corporações. Problemas estes que podem levar, até mesmo, à falência. Mas, mesmo com os riscos crescentes, o setor, considerado altamente estratégico para empresas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Perda de informações – muitas delas sigilosas -, danos para a imagem corporativa e prejuízos financeiros são alguns dos graves problemas provocados por falhas na área de Tecnologia da Informação (TI) das corporações. Problemas estes que podem levar, até mesmo, à falência. Mas, mesmo com os riscos crescentes, o setor, considerado altamente estratégico para empresas de pequeno a grande porte, continua sendo deixado em segundo plano.</p>
<p>Prova disso é a mais recente pesquisa realizada pela ISH Tecnologia, empresa capixaba de soluções integradas de segurança e infraestrutura em TI, com líderes das 65 maiores empresas da região norte do Espírito Santo, que compreende 17 municípios, entre eles Águia Branca, Conceição da Barra, Ecoporanga, Jaguaré, Nova Venécia, Pedro Canário, São Mateus e Barra de São Francisco.</p>
<p>De acordo com o estudo, apenas 28% das empresas da região têm garantia da segurança e do monitoramento em suas instalações de TI, e os outros 72% não sabem, não têm certeza ou não estão preparados para também suportar o crescimento do negócio. Segundo o diretor técnico da ISH, Renato Jager, o resultado é alarmante e evidencia que, mesmo diante das inúmeras ameaças cibernéticas atuais, muitas informações ainda estão vulneráveis.</p>
<p>“Estamos vivenciando uma era de grande avanço tecnológico e, no mesmo ritmo, crescem também os riscos e ameaças no meio digital. São problemas que comprometem não apenas as empresas, mas também seus consumidores, fornecedores e demais da cadeia produtiva. Por isso, negligenciar o bom funcionamento da área de TI e da segurança da informação representa altos riscos, que não valem a pena correr”, aponta.</p>
<p><b>Informações bem guardadas</b></p>
<p>Em caso de perda de informações importantes, a alternativa é recorrer ao backup dos documentos. Certo? Nem sempre. Aproximadamente 67% dos executivos entrevistas pela ISH não sabem ou não têm certeza se esse backup está atualizado e totalmente protegido, podendo ser restaurado quando necessário. Além disso, 31% sequer já avaliaram os possíveis prejuízos para o negócio em caso de uma eventual parada dos recursos de TI, e 36% não prevê investimentos para substituição ou aquisição de novos equipamentos para este ano em função da obsolescência ou do crescimento da empresa.</p>
<p>Por isso, uma tendência forte do mercado, apontada inclusive pela renomada consultoria Gartner, é a terceirização das estruturas de TI com empresas especializadas. A iniciativa garante não apenas a atualização constante dos equipamentos e sistemas, mas também a segurança máxima das informações e a solução de possíveis problemas de forma rápida e confiável.</p>
<p>“Empresas que terceirizam estruturas de data center garantem a consolidação e a constante modernização de seu centro de dados, o que possibilita que se tornem ágeis no mercado ao mesmo passo em que conseguem controlar os custos e manter a competitividade. Com isso, a empresa foca em seu negócio-fim, deixando o suporte tecnológico para um fornecedor”, sugere Jager.</p>
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		<title>Empresa de TI aposta em experiência com games para estreitar relação com clientes</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2015 21:38:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Klein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tríade]]></category>
		<category><![CDATA[ish]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de estreitar a relação com seus principais clientes, a ISH Tecnologia, empresa capixaba que oferece soluções integradas de segurança e infraestrutura em tecnologia da informação, promoveu o “ISH For Speed”. O evento aconteceu nos dias 12 e 13 de setembro, no Bristol Zaniboni Hotel, localizado em Mogi Mirim, São Paulo, e reuniu]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de estreitar a relação com seus principais clientes, a ISH Tecnologia, empresa capixaba que oferece soluções integradas de segurança e infraestrutura em tecnologia da informação, promoveu o “ISH For Speed”. O evento aconteceu nos dias 12 e 13 de setembro, no Bristol Zaniboni Hotel, localizado em Mogi Mirim, São Paulo, e reuniu 25 CIOs de empresas brasileiras parceiras e familiares para uma experiência diferenciada e exclusiva: uma imersão no mundo dos games de velocidade e da tecnologia.</p>
<p>Segundo o presidente da empresa, Rodrigo Dessaune, durante a ação, os convidados puderam participar de diversas atividades relacionadas ao tema, que proporcionaram momentos de diversão, interação, troca de experiências e discussões técnicas.</p>
<p>A programação contou com aulas de automobilismo e práticas de velocidade com Ingo Hoffmann, ex-piloto da Fórmula 1 e maior campeão da história do Campeonato Brasileiro de Stock Car. Para colocar os ensinamentos em prática, crianças e adultos participaram ainda de campeonatos de direção no Autódromo Velo Cittá, considerado uma das melhores pistas do país.</p>
<p>“Promovemos também um evento técnico para interação entre a empresa e os CIOs, para troca de informações e debates sobre os serviços da empresa; e uma ação para a integração entre as famílias. Além disso, contamos com equipes de recreação com atividades educativas para as crianças. Tudo seguindo a temática dos jogos de velocidade”, explica Dessaune.</p>
<p>Ainda segundo o executivo, é salutar e essencial para as empresas proporcionar experiências positivas para seus clientes e consumidores, oferecendo os chamados valores intangíveis, que vão além dos produtos e serviços. “Nosso objetivo ao realizar o “ISH For Speed” para um grupo de CIOs parceiros da ISH era que eles tivessem contato com a tecnologia e com a nossa empresa através de ações inovadoras e diferentes do que eles já puderam vivenciar. O evento foi extremamente satisfatório para os nossos parceiros e para a ISH, que pôde envolver seus públicos interno e externo em dois dias de integração e uma rica troca de experiências. O time ISH trabalha dia após dia buscando oferecer um serviço cada vez mais qualificado e alinhado às expectativas e necessidades de cada cliente, e os feedbacks que recebemos após o evento mostram que estamos no caminho certo”, finaliza.</p>
<p><b>Sobre a ISH</b></p>
<p>Inaugurada em 1996, a ISH Tecnologia S/A, acrônimo para Information Super Highway, oferece soluções integradas de segurança e infraestrutura em tecnologia da informação, por meio de serviços, metodologias, ferramentas e outsourcing. Com sede no Espírito Santo e escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, atende clientes em todo o Brasil e em alguns países da América Latina. Dividida em três unidades de negócios, a ISH Data Center, ISH Outsourcing e a ISH Integradora, é dirigida pelos sócios Rodrigo Etienne Dessaune, Armsthon Zanelato e Renato Jager e conta com cerca de 220 colaboradores.</p>
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		<title>Hackers do bem promovem a segurança das informações no ambiente virtual</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 15:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Klein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ISH Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo senso comum, a palavra hacker já é vista com grande negatividade. Afinal, por trás dela há uma enorme quantidade de pessoas que fazem da invasão a contas bancárias e a sites oficiais e de empresas uma verdadeira atividade. Porém, há também um grupo que atua de forma inversa, buscando as brechas dos sistemas com]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo senso comum, a palavra hacker já é vista com grande negatividade. Afinal, por trás dela há uma enorme quantidade de pessoas que fazem da invasão a contas bancárias e a sites oficiais e de empresas uma verdadeira atividade. Porém, há também um grupo que atua de forma inversa, buscando as brechas dos sistemas com objetivo de promover a ética no ambiente virtual, alertando e evitando possíveis ataques cibernéticos. Eles são os hackers éticos, também conhecidos como hackers do bem.</p>
<p>Com vasto conhecimento em tecnologia, os hackers éticos foram a solução encontrada por diversas corporações para evitar e combater a crescente atuação dos chamados crackers, hackers maliciosos que aplicam sua inteligência para promover a quebra – ou cracking, origem do termo – de sistemas. Um exemplo é a capixaba ISH Tecnologia, que conta atualmente com um time de hackers “do bem” atuando na unidade de negócio de Security Network Operation Center (SNOC) da empresa.</p>
<p>Essa equipe compõe um importante ativo para as atividades da ISH, que tem seu núcleo de negócio na prestação de serviços de segurança e abriga servidores e serviços de telecomunicação de grandes clientes através da terceirização de data center.  “Trata-se de um conjunto de processos, produtos e pessoas trabalhando 24 horas por dia pela segurança de grandes corporações”, destaca o gerente de SNOC da empresa, Lierte Bourguignon Junior.</p>
<p>Entre as atividades diárias dos hackers éticos da ISH estão análise forense e de vulnerabilidade, engenharia social, desenvolvimento seguro e testes de invasão de perímetro, representando um verdadeiro antídoto para ataques cibernéticos. “Esses profissionais antecipam a descoberta da vulnerabilidade de maneira silenciosa, sem onerar ou gerar prejuízos para o ambiente do cliente. Sabendo da vulnerabilidade é possível tratá-la e em um ataque futuro o ambiente computacional estará mais seguro”, explica Lierte.</p>
<p>Mas, como na era da tecnologia tudo é bastante efêmero, o trabalho dos hackers éticos está sempre se renovando. “Descobrir e prevenir vulnerabilidades é um processo contínuo, pois todos os meses novas vulnerabilidades são descobertas e os ambientes precisam ser analisados novamente. É também um trabalho de um enorme e imensurável valor agregado para as nossas atividades e, por isso, estamos em processo de formação de novos talentos. Afinal, um hacker não se forma na faculdade, pois é a experiência profissional e de vida que o forma”, comenta.</p>
<p><b>Hackers x crackers</b></p>
<p>Segundo Lierte, geralmente, os hackers são pessoas jovens e com vasto conhecimento na área de programação e de segurança da informação e que não têm como objetivo usar seus conhecimentos para prejudicar um terceiro. Já os hackers que possuem motivações imorais, visando ao prejuízo para uma corporação ou para outro indivíduo, são conhecidos pelo mercado tecnológico como crackers.</p>
<p>Por isso, ao contrário do que se imagina, todo hacker deveria ser considerado “do bem”, uma vez que o termo se refere a pessoas que buscam a quebra limites e barreiras de sistemas computacionais, encontrando e diagnosticando a vulnerabilidades. A motivação? Curiosidade, competição ou, até mesmo, profissionalismo, como é o caso dos hackers da ISH Tecnologia.</p>
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		<title>Em meio à crise, empresas terceirizam estruturas de TI para garantir competitividade no mercado</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 14:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Klein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ISH Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um mercado cada vez mais competitivo e influenciado por rápidas transformações econômicas e tecnológicas, repensar as prioridades operacionais e organizacionais para construir uma operação rentável se tornou um desafio para as empresas. E entre as soluções encontradas para direcionar os investimentos de forma eficiente – principalmente em tempos de crise &#8211; uma aposta é]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mercado cada vez mais competitivo e influenciado por rápidas transformações econômicas e tecnológicas, repensar as prioridades operacionais e organizacionais para construir uma operação rentável se tornou um desafio para as empresas. E entre as soluções encontradas para direcionar os investimentos de forma eficiente – principalmente em tempos de crise &#8211; uma aposta é a terceirização de serviços que dão suporte à operação, como os ligados à área de tecnologia da informação, em especial os Data Centers.</p>
<p>De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Gartner, empresas que terceirizam estruturas de Data Center garantem a consolidação e a constante modernização de seu centro de dados, o que possibilita que se tornem ágeis no mercado ao mesmo passo em que conseguem controlar os custos e manter a competitividade.</p>
<p>Segundo o gerente de Arquitetura de Soluções e Inteligência Comercial da ISH Tecnologia, Bernardo Wernesback, a terceirização dos serviços de tecnologia pode representar uma economia de 20% a 30% para as empresas, além de possibilitar que o empreendedor foque especificamente em seus negócios, aumentando sua eficiência.</p>
<p>“Na tecnologia, tudo é muito rápido e efêmero. Por isso, as estruturas de TI das empresas se tornam ultrapassadas rapidamente. Ao terceirizar o serviço, o empreendedor não precisa se preocupar com atualizações, solução de problemas e nem com a troca equipamentos, pois essas atividades são realizadas por uma empresa especializada a um custo menor”, explica.</p>
<p>A terceirização possibilita também que os espaços físicos destinados à área de tecnologia nas empresas sejam utilizados para outras atividades. “Além disso, a equipe de TI da corporação, que tem a tarefa de entregar serviços cruciais para a empresa de forma confiável, rápida e eficiente, pode focar na administração do setor, representando a ponte entre a empresa contratante e a empresa contratada”, explica Wernesback.</p>
<p>Por esses motivos, segundo o Gartner, a utilização de um Data Center próprio é indicada somente para grandes empresas. Para as demais, a terceirização representa o melhor custo-benefício. No Espírito Santo, a ISH Tecnologia terceiriza seu Data Center para grandes grupos capixabas, que utilizam seus equipamentos e mão de obra para garantir a consolidação e a modernização do centro de dados.</p>
<p>“Na prática, os clientes transferiram seus servidores e serviços de telecomunicação para a estrutura física de Data Center da ISH, o que representa atualização, manutenção e acompanhamento constante e ininterrupto aos sistemas das empresa contratantes”, finaliza Bernardo.</p>
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